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2 de out de 2008

História do Scrapbooking - Parte 2

Em 1825, foi impresso o primeiro livro de scrapbooking chamado ”The Scrapbook”. Incluiu idéias de como usar retratos e recortes de jornal para preencher um álbum em branco.

O scrapbooking tornou-se popular depois da publicação de um livro chamado “Manuscript Gleanings and Literary Scrap Book” (Compilamentos manuscritos e scrapbook literário) de John Poole em 1826. Este livro era uma coleção encadernada de poemas impressos e gravuras. Poole também incluiu conselhos sobre como conseguir organizar os scraps.

Os scraps eram pedaços de papel impressos, freqüentemente cobertos com desenhos enfeitados. Adesivos remanescentes dos scraps do século XIX ainda podem ser adquiridos em lojas de scrapbooking e em websites como o “violette stickers”.

A colecionadora de scraps visualizava quase todo material como “possível de se tornar scrap” e apresentava uma grande variedade de elementos em seus scrapbooks, incluindo recortes de jornais, anúncios publicitários, retratos de gravuras e pedacinhos de versos.

Nesta época a sala de desenho do scrapbook era o centro das discussões e trocas sociais na metade de 1800. Estes locais eram usados para compartilhar pensamentos e sentimentos e tornaram-se lugares para se gravar histórias familiares e memórias especiais.

Eram criados livros estimados que eram mantidos em família por muitos anos. Neste momento criar livros de recorte era moda entre os americanos de classe-média.

É claro que os primeiros álbuns para recortes, nos anos de 1800, não continham fotografias, pois as máquinas fotográficas não existiam na época. As pessoas colecionavam citações, poemas, cartões religiosos, recortes de jornal e outros elementos que representassem algum momento especial ou pessoa querida.
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